Encher o carrinho do supermercado ficou mais caro, em junho, em 17 das 27 capitais brasileiras pesquisas pelo Dieese e pela Conab.
Entre maio e junho, os maiores aumentos, na casa de 3%, foram registrados em Boa Vista e Palmas; Rio Branco e Porto Alegre aparecem na sequência, com altas médias em torno de 2,2%.
Falando em valores, a cesta mais cara em junho foi registrada, mais uma vez, na capital paulista: 965 reais e 47 centavos, valor que é quase 1,5% superior ao registrado no mês anterior.
Cuiabá, Rio de Janeiro e Florianópolis aparecem na sequência, com preços médios superiores a 900 reais.
Já as capitais com as cestas mais baratas foram São Luís e Aracaju. O preço médio do conjunto de alimentos em São Luís foi de pouco mais de 650 reais e, em Aracaju, custou 630 reais e 40 centavos.
Ainda segundo o monitoramento do Dieese e da Conab, o feijão encareceu em todas as capitais e itens como tomate, arroz agulhinha, leite integral e carne bovina de primeira ficaram mais caros em boa parte delas.
Por outro lado, o açúcar ficou mais barato em 26 das 27 cidades monitoradas, só encareceu em Macapá; o café em pó caiu em 25 capitais, com altas apenas em Macapá e Natal e o preço do óleo de soja ficou menor em 24 cidades, menos em Macapá, Aracaju e Manaus.







