Um fato novo começa a chamar a atenção: Augusto Cury está incomodando tanto a esquerda quanto a direita bolsonarista.
Pela segunda pesquisa consecutiva, Cury aparece crescendo entre os independentes e entre aqueles que não se identificam com o bolsonarismo.
Escritor reconhecido e com uma trajetória pública sem grandes desgastes, Cury vem se apresentando como um ponto de equilíbrio em um país marcado pela polarização.
Seu discurso não é de guerra. É de serenidade, inteligência e diálogo.
Com um nome limpo, uma imagem de seriedade e forte identificação entre os jovens, Augusto Cury começa a ocupar um espaço que estava vazio: o de quem não quer escolher entre dois extremos, mas construir uma alternativa.
Em meio a tanta divisão e tanta “guerra de burrice”, talvez seja justamente a paz que esteja começando a ganhar força.







