Acredite se quiser, mas… o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi “sorteado” nesta quarta-feira (11) como relator de uma ação que pede a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a relação entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). Contudo, para “surpresa” de muitos, pouco tempo depois da distribuição do processo, o ministro “decidiu” jogar para a arquibancada e se declararou suspeito para analisar o caso, justificando “foro íntimo”, instrumento previsto na legislação que permite a um magistrado se afastar de um processo quando entende que há razões pessoais que possam comprometer sua imparcialidade, sem necessidade de detalhar os motivos publicamente.
Com a decisão “surpresa”, o processo será devolvido à presidência do STF para que seja realizado um novo sorteio entre os ministros da Corte, que definirá o próximo relator responsável por analisar os pedidos apresentados na ação e decidir se há fundamento para eventual intervenção do Judiciário no processo de instalação da CPI no Congresso Nacional.







