BNB PROJETA R$ 6,3 BILHÕES EM INVESTIMENTOS PARA PERNAMBUCO EM 2026

O orçamento do Banco do Nordeste (BNB) para Pernambuco passou de cerca de R$ 5,6 bilhões para R$ 6,3 bilhões em 2026. Do total, 58% dos recursos serão destinados a pequenos produtores, microempreendedores e empresas de pequeno porte. A informação foi confirmada pelo superintendente do BNB em Pernambuco, Hugo Queiroz, em visita à diretoria da Folha de Pernambuco, nesta terça-feira (20), para detalhar as prioridades da instituição no estado e debater temas como reforma tributária, sustentabilidade e microcrédito.
Na ocasião, Queiroz foi recebido pelo presidente do Grupo EQM e fundador da Folha de Pernambuco, Eduardo de Queiroz Monteiro; pela vice-presidente do jornal, Mariana Costa; pelo diretor operacional, José Américo Lopes Góis; pela editora-chefe da Folha, Leusa Santos; além do empresário Antônio Dourado. Hugo esteve acompanhado do assessor especial da presidência do BNB e comentarista político da Rádio Folha, André Campos.
“O Banco do Nordeste tem um papel muito importante na economia, é muito capitalizado na região Nordeste e chega onde o mercado convencional não quer chegar”, explicou o superintendente.
Os recursos do FNE em Pernambuco têm como prioridade os setores de comércio e serviços, além de saúde, educação, turismo, economia criativa (música) e energia.
Expansão
O Banco do Nordeste ampliou sua presença em Pernambuco nos últimos dois anos, indo além da estrutura física tradicional e reforçando os pontos de atendimento voltados ao microcrédito urbano e rural. A estratégia tem como foco aproximar o banco da população que mais precisa de acesso ao crédito.
Conforme o superintendente do BNB em Pernambuco, Hugo Queiroz, a expansão ocorreu principalmente por meio do Crediamigo. “A gente ampliou não só a nossa agência física, mas também os pontos de atendimento. Só do Crediamigo foram mais de 80 pontos”, afirmou.
Atualmente, o Banco do Nordeste conta com 40 agências em funcionamento no estado. Além dessa estrutura, o banco mantém outros 38 pontos do Agroamigo, programa de microcrédito rural do BNB.
Segundo Hugo Queiroz, esses pontos funcionam como portas de entrada do banco nos municípios onde não há agência física. “Mesmo quando a demanda apresentada não se enquadra diretamente nas linhas específicas, o banco realiza o encaminhamento necessário para garantir o atendimento”, pontuou.

Fonte – Jornal Folha de Pernambuco

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